Quem enxerga o território decide antes
Vigilância persistente de fronteira, litoral, base e infraestrutura crítica para forças armadas e ministérios da defesa.
Falar com o MaqbotFronteira, litoral, base e infraestrutura crítica sob observação contínua, com detecção de drone hostil, um quadro único no centro de comando e o dado guardado dentro do país.
Consciência situacional que dura o turno inteiro.
Vigilância persistente, não uma foto
Rendição automática de aeronaves e rota contínua: o trecho fica coberto o turno inteiro, não só na hora do sobrevoo.
Território que nenhuma equipe cobre a pé
Faixa de fronteira, litoral, rio e área remota varridos por rota programada, com alerta do que mudou desde a última passagem.
Dia, noite e mau tempo
Câmera visível com zoom, térmica e, no porte maior, radar de solo — pessoa, embarcação e veículo também no escuro e na chuva.
Detecção de drone hostil
Sensor de radiofrequência e radar identificam aeronave não autorizada sobre base, presídio ou instalação, com a posição do piloto. Detectar e rastrear; neutralizar é decisão e meio da autoridade.
Um quadro só, várias fontes
Drone, câmera fixa, radar e posição de equipe no mesmo mapa do centro de comando, em vez de seis telas que ninguém cruza.
Opera sem internet do inimigo
Enlace próprio, gravação a bordo e sincronização quando a ligação volta: a missão não depende de operadora no meio do nada.
Onde o sistema opera.
Fronteira seca
Trilha, pista clandestina e travessia detectadas por comparação entre passagens, com apoio à equipe que intercepta.
Litoral e águas interiores
Embarcação sem identificação, pesca irregular e transbordo em alto-mar, com rastro e registro do encontro.
Base, paiol e instalação militar
Ronda de perímetro, controle de aproximação e vigilância do espaço aéreo próprio.
Infraestrutura crítica
Usina, linha de transmissão, refinaria, porto e aeroporto — o que para o país quando para.
Apoio a desastre e defesa civil
Mapeamento da área atingida em horas e localização de pessoas com a térmica.
Amazônia e área remota
Garimpo, desmatamento e pista ilegal com registro que sustenta a ação do Estado.
Comprar defesa sem comprar dependência.
Sistema de vigilância vê o que o país tem de mais sensível. Por isso a soberania do dado, a produção local e a regra de uso entram no contrato, e não como promessa comercial.
O dado fica no país
Servidor no território do comprador, nuvem soberana ou instalação fechada, sem espelho fora. Quem opera decide onde a imagem mora.
Sem dependência de terceiro país
Cadeia de suprimento e software sem licença de exportação de terceiros travando peça de reposição ou atualização.
Produção e emprego local
Montagem, manutenção e treinamento no país comprador — compensação industrial (offset) é parte da proposta, não favor.
Operador formado, não dependente
Formação de piloto, de manutenção e de analista de imagem, para a força operar sozinha depois da entrega.
Código e dado auditáveis
Trilha de auditoria de quem viu e exportou cada imagem, e inspeção do sistema pela autoridade do comprador.
Regra de uso escrita
Contrato com finalidade declarada: observação e detecção. Nada de arma embarcada, nada de integração a sistema de disparo.
Como um ministério contrata.
Governo a governo
Negociação direta com ministério e força, com acordo de confidencialidade e interlocutor técnico.
Prova de conceito no terreno
Exercício na fronteira, base ou litoral do comprador antes de qualquer compromisso.
Contrato plurianual com suporte
Disponibilidade, peça de reposição, atualização e substituição, com prazo de resposta em contrato.
Compensação industrial
Transferência de montagem, manutenção e formação para a indústria local.
Conte o seu teatro de operação.
Descreva a extensão, o terreno e a ameaça. Devolvemos a arquitetura proposta, o caminho de aquisição e uma data para demonstrar no seu terreno.
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